O citoplasma é o espaço intra-celular entre a membrana plasmática e o envoltório nuclear em seres eucariontes, enquanto nos procariotos corresponde a totalidade da área intra-celular. O citoplasma é preenchido por uma matéria coloidal e semi-fluída denominada hialoplasma, e neste fluido estão suspensos os organelos celulares. Nos eucariontes, em oposição ao protoplasma, o citoplasma não inclui o núcleo celular, cujo interior é formado por nucleoplasma.
No geral, citoplasma é tudo o que compreende a célula menos o núcleo.
[editar]Componentes do citoplasma
O componente aquosa do citoplasma (cerca de 80%) é composta por íons e macromoléculas solúveis como enzimas, carboidratos, sais, proteínas e uma grande proporção de RNA. Este componente aquosa também é denominada de hialoplasma.
O hialoplasma pode ter uma maior ou menor consistência gelificada, isso dependendo das condições do meio e da fase de atividade em que a célula se encontra. Quando mais viscoso é denominado citogel. Quando mais aquoso é denominado citosol, composto por líquido em movimento. Normalmente as regiões marginais da célula são mais viscosas que o interior.
O componente não solúvel do citoplasma é constituído por organelos: mitocôndrias, cloroplastos, lisossomas, peroxissomas, ribossomas, vacúolos, citoesqueleto e outras estruturas membranares (Aparelho de Golgi e Retículo Endoplasmático).
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Histogia!!!
A Histologia é o estudo da estrutura do material biológico e das maneiras como os seus componentes se inter-relacionam, tanto estrutural quanto funcionalmente.
O estudo da histologia se iniciou com o desenvolvimento de microscópios simples e de técnicas para preparo de material biológico, tornando-o adequado para exame.
Os primeiros histologistas descobriram muito sobre a estrutura do material biológico, estabelecendo a teoria celular da estrutura dos organismos vivos, onde a célula é a unidade básica da arquitetura da maioria dos materiais biológicos.
O conjunto de células com características morfológicas semelhantes foram descritas como tecido, tendo sido estes divididos em quatro tipos:
· tecido epitelial, formado por células que revestem superfícies, cavidades corporais ou formam glândulas;
· tecido conjuntivo, constituído por células e abundante matriz extracelular, com a função de preenchimento ou sustentação;
· tecido muscular, constituído por células com propriedades contráteis;
· tecido nervoso, constituído por células que formam o cérebro, medula nervosa e nervos.
Atualmente, a histologia relaciona-se com outros campos da ciência, como a bioquímica, biologia molecular e a fisiologia, fornecendo a base para a compreensão dos processos patológicos e suas causas.
A célula varia consideravelmente. De um único ovo fertilizado, cada célula desenvolve atributos estruturais para adequar suas funções pelo processo de diferenciação. Esta plasticidade celular é evidente, mesmo no adulto, onde elas podem modificar tanto sua estrutura como sua funcionalidade para se adaptar a determinadas condições ambientais.
Os tecidos são arranjos celulares funcionais, constituindo os órgãos e os sistemas. Um órgão é uma organização de diferente de tecidos geralmente de vários tipos, realizando funções específicas. O termo sistema pode ser utilizado para descrever células com funções semelhantes, mas amplamente distribuídas em diversos sítios anatômicos, por exemplo, as células do sistema imune; ou referir-se a um grupo de órgãos com papéis funcionais semelhantes, ou relacionados, como por exemplo, os rins, a pelve, ureteres e bexiga são parte do sistema urinário.
O estudo da histologia se iniciou com o desenvolvimento de microscópios simples e de técnicas para preparo de material biológico, tornando-o adequado para exame.
Os primeiros histologistas descobriram muito sobre a estrutura do material biológico, estabelecendo a teoria celular da estrutura dos organismos vivos, onde a célula é a unidade básica da arquitetura da maioria dos materiais biológicos.
O conjunto de células com características morfológicas semelhantes foram descritas como tecido, tendo sido estes divididos em quatro tipos:
· tecido epitelial, formado por células que revestem superfícies, cavidades corporais ou formam glândulas;
· tecido conjuntivo, constituído por células e abundante matriz extracelular, com a função de preenchimento ou sustentação;
· tecido muscular, constituído por células com propriedades contráteis;
· tecido nervoso, constituído por células que formam o cérebro, medula nervosa e nervos.
Atualmente, a histologia relaciona-se com outros campos da ciência, como a bioquímica, biologia molecular e a fisiologia, fornecendo a base para a compreensão dos processos patológicos e suas causas.
A célula varia consideravelmente. De um único ovo fertilizado, cada célula desenvolve atributos estruturais para adequar suas funções pelo processo de diferenciação. Esta plasticidade celular é evidente, mesmo no adulto, onde elas podem modificar tanto sua estrutura como sua funcionalidade para se adaptar a determinadas condições ambientais.
Os tecidos são arranjos celulares funcionais, constituindo os órgãos e os sistemas. Um órgão é uma organização de diferente de tecidos geralmente de vários tipos, realizando funções específicas. O termo sistema pode ser utilizado para descrever células com funções semelhantes, mas amplamente distribuídas em diversos sítios anatômicos, por exemplo, as células do sistema imune; ou referir-se a um grupo de órgãos com papéis funcionais semelhantes, ou relacionados, como por exemplo, os rins, a pelve, ureteres e bexiga são parte do sistema urinário.
O que é Biologia!!
Biologia é a Ciência que estuda os seres vivos (do grego βιος - bios = vida e λογος - logos = estudo, ou seja o estudo da vida). Debruça-se sobre o funcionamento dinâmico dos organismos desde uma escala molecular subcelular até o nível populacional e interacional, tanto intraespecíficamente quanto interespecíficamente, bem como a interação da vida com seu ambiente físico-químico. O estudo destas dinâmicas ao longo do tempo é chamado, de forma geral, de biologia evolutiva e contempla o estudo da origem das espécies e populações, bem como das unidades hereditárias mendelianas, os genes. A biologia abrange um espectro amplo de áreas acadêmicas frequentemente consideradas disciplinas independentes, mas que, no seu conjunto, estudam a vida nas mais variadas escalas.
A vida é estudada à escala atômica e molecular pela biologia molecular, pela bioquímica e pela genética molecular, no que se refere à célula pela biologia celular e à escala multicelular pela fisiologia, pela anatomia e pela histologia. A biologia do desenvolvimento estuda a vida ao nível do desenvolvimento ou ontogenia do organismo individual.
Subindo na escala para grupos de mais que um organismo, a genética estuda as bases da hereditariedade e da variação entre indivíduos. A etologia estuda o comportamento dos indivíduos. A genética populacional estuda a dinâmica dos alelos nas população, enquanto que a sistemática trabalha com linhagens de muitas espécies. As ligações de indivíduos, populações e espécies entre si e com os seus habitats são estudadas pela ecologia e as origens de tais interações pela biologia evolutiva. Uma nova área, altamente especulativa, a astrobiologia (ou xenobiologia) estuda a possibilidade de vida para lá do nosso planeta. A biologia clínica constitui a área especializada da biologia profissional, para Diagnose em saúde e qualidade de vida, dos processos orgânicos eticamente consagrados.
A vida é estudada à escala atômica e molecular pela biologia molecular, pela bioquímica e pela genética molecular, no que se refere à célula pela biologia celular e à escala multicelular pela fisiologia, pela anatomia e pela histologia. A biologia do desenvolvimento estuda a vida ao nível do desenvolvimento ou ontogenia do organismo individual.
Subindo na escala para grupos de mais que um organismo, a genética estuda as bases da hereditariedade e da variação entre indivíduos. A etologia estuda o comportamento dos indivíduos. A genética populacional estuda a dinâmica dos alelos nas população, enquanto que a sistemática trabalha com linhagens de muitas espécies. As ligações de indivíduos, populações e espécies entre si e com os seus habitats são estudadas pela ecologia e as origens de tais interações pela biologia evolutiva. Uma nova área, altamente especulativa, a astrobiologia (ou xenobiologia) estuda a possibilidade de vida para lá do nosso planeta. A biologia clínica constitui a área especializada da biologia profissional, para Diagnose em saúde e qualidade de vida, dos processos orgânicos eticamente consagrados.
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